| Falaram de Nós Depois de muito procurar encontramos o Colégio Winnicott. Havíamos passado por diferentes experiências anteriores e que não foram bem sucedidas, pois não ofereciam aquilo que encontramos aqui: desenvolvimento emocional aliado ao trabalho acadêmico. R. vem se desenvolvendo bastante e isto está nos deixando muito satisfeitos. (P. pai de R., 3a série Ensino Fundamental)
Nunca pensei que existisse um lugar capaz de ensinar as matérias e ao mesmo tempo soubesse trabalhar tão bem com as dificuldades do meu filho. Depois que ele veio para cá, nossa vida em casa mudou. Acabaram as brigas pela lição de casa, a dificuldade para acordar e vir para o colégio. Ele levanta sozinho, contente e o tempo que passamos com ele podemos aproveitar para relaxar. Ele até reclama quando tem feriado e não tem escola! (V., mãe de F., 5a série Ensino Fundamental)
Queridas diretoras: não tenho palavras para falar como sou grata por tudo que passei com vocês no Colégio. Quero contar que entrei no curso de Pedagogia da PUC-SP e estou muito feliz. Devo essa conquista a vocês que acreditaram que eu era capaz e sempre me incentivaram. Estou escrevendo porque gostaria que meu caso servisse de exemplo para outros colegas. Beijos a todos. (por email - M., ex- aluna, formada no Ensino Médio)
A Revista Época, de 13 de abril de 2009, traz um importante artigo sobre crianças e jovens que apresentam alterações no comportamento, sob o título "Eles são uns capetas" e descreve o trabalho realizado aqui no Winnicott: "No Colégio Winnicott, a reação dos educadores diante de um aluno descontrolado nunca é imporvisada. "Quando vejo que o aluno chegou à escola de cara amarrada, já vou conversar com ele para saber o que aconteceu em casa antes dele vir", diz a orientadora educacional Andreia Balestrero. "Assim já aviso a professora e todos ficamos alertas para o comportamento dele durante a aula." Ouvir a família é a segunda parte do processo. Em alguns casos, o psicólogo e outros eventuais profissionais que cuidam do aluno também são chamados para a conversa. Várias conversas. Em reuniões frequentes, todos expõem suas dificuldades e buscam juntos uma estratégia. A diretora do Winnicott, Elizabeth Polity, que é também terapeuta familiar e autora de livros sobre problemas de aprendizagem, afirma que o sistema só funciona quando, em vez de empurrar o problema para o outro, todos falam a mesma língua. "Se percebo que os pais estão perdidos, precisando de orientação, propomos que também entrem na terapia." Revista Época nº 569 - Francine Lima e Juliana Arini
Estou mandando um depoimento que estou quase me formando, em Educação Física, e sou muito grata pelas pessoas que são, por tudo que fiz, dava risadas com meus amigos e aprendi muito com os professores, todos sempre me ajudando, desde a coordenação até a secretaria. Beijos a todos, F. F., ex-aluna por e-mail
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